sábado, 14 de julho de 2012













Criatura da Noite



Sempre e para sempre
Sempre ser e nuca perecer
A maldição de sangue uma vez lançada
Não pode ser jamais quebrada
O pacto selado com um beijo
No crepúsculo
No ultimo raio de sol
Na hora do véu baixo
Os pés ao vento tocaram o chão
Trazendo de volta não o homem
Mas a criatura
E dela a escuridão

A terrível maldição

Trazendo de volta não para a vida

Mas para morte e destruição

Para trevas e escuridão


Por elas ele anda

Não vivendo

Mas também não morrendo

E sim existindo


Tirando a vida pela vida

Sangue pelo Sangue

Na noite ele caminha
Por toda eternidade
Sozinho na escuridão

Pois esse é o seu castigo e maldição


Por:
                      La Volpe

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