Criatura da Noite
Sempre e para sempre
Sempre ser e nuca perecer
A maldição de sangue uma vez lançada
Não pode ser jamais quebrada
O pacto selado com um beijo
No crepúsculo
No ultimo raio de sol
Na hora do véu baixo
Os pés ao vento tocaram o chão
Trazendo de volta não o homem
Mas a criatura
E dela a escuridão
A terrível maldição
Trazendo de volta não para a vida
Mas para morte e destruição
Para trevas e escuridão
Por elas ele anda
Não vivendo
Mas também não morrendo
E sim existindo
Tirando a vida pela vida
Sangue pelo Sangue
Na noite ele caminha
Por toda eternidade
Sozinho na escuridão
Pois esse é o seu castigo e maldição
Por:
La Volpe

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